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Problemas mecânicos afastam Spyker Squadron de um bom resultado no Algarve
por Vitor Ribeiro, 23 de Julho de 2010 Um Comentário
A Spyker Squadron terminou em nono lugar os 1000 km do Algarve, depois da boa prova feita pelo Spyker C8 Laviolette GT2R #85 de Peter Dumbreck e Jeroen Bleekemolen ter sido estragada por problemas de direcção.
Coube a Jeroen tomar o volante do Spyker #85 após a simulação do procedimento de largada tipo 'Le Mans', uma vez que se tratava da última da sua última prova com a Spyker esta temporada. Desde logo, o Spyker acompanhou o andamento da classe GT2 e foi subindo na classificação, com Jeroen a colocar o carro na 8ª posição no final do seu primeiro turno.
Peter regressou depois à pista atrás do Ferrari da Hankook Team Farnbacher, começando aí uma longa batalha que duraria uma boa parte do seu turno mas da qual sairia vitorioso. Entretanto, o carro da Spyker Squadron já havia ascendido à sexta posição.
Mas depois de tanto o Jeroen como o Peter terem feito bons segundos turnos, mantendo um bom andamento e belas lutas com os restantes GT2 pelas posições cimeiras, e quando faltava menos de uma hora para o final da prova, problemas de direcção obrigaram o carro #85 a perder um minuto a mais na box, na última paragem, para substituição do ECU. Como consequência, a equipa viu-lhe fugir valiosas posições e um bom resultado.
Peter Dumbreck: “Voltamos a mostrar que não temos andamento para qualificação, mas em corrida somos capazes de dar luta. Era realista lutarmos pelo top 5, ou pelo menos pela sexta posição. Mas estes falhas são algo que não se pode prever."
Jeroen Bleekemolen: “Andamos bem. Fomos capazes de lutar com o resto da malta e fizemos, de facto, parte da corrida. Foi uma pena termos saído tão atrás, o que nos obrigou a ultrapassagens extra, mas de resto tudo correu bem. Infelizmente, tivemos aquele problema com a direcção assistida, que nos tornou o carro muito mais difícil de dirigir, a caminho do final da corrida. Foi uma pena.”
Peter van Erp: “Fomos muito competitivos em pista e os nossos pilotos deram o seu melhor. Estivemos sempre entre o terceiro e o sétimo lugares, numa posição que mudava sempre que parávamos. No entanto, a direcção assistida falhou e obrigou-nos a mudar o ECU, o que nos custou um minuto e nos atirou para a nona posição. Isto prova uma vez mais o quão forte é a classe GT2. Claro que não estamos satisfeitos com o resultado, mas sim com a forma como a corrida correu. Foi incrível ver o quão depressa os nossos pilotos andaram e o quão rápidas foram os nossos 'pitstops'."
Na próxima prova do Le Mans Series, a disputar no Hungaroring dentro de um mês, Tom Coronel irá juntar-se de novo a Peter Dumbreck ao volante Spyker C8 Laviolette GT2R.
Fonte: comunicado de imprensa da Spyker Squadron
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É um carro bonito e com um som agradável. Participou em lutas interessantes no meio do pelotão GT2. À noite, no final da recta da meta era bela a imagem dos escapes incandescentes.