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Miguel Pais do Amaral e o Quifel ASM Team muito azarados na pista de Portimão
por Press Release, 18 de Julho de 2010 2 Comentários

IMAGEM: vr/lemansportugal.com
O piloto português Miguel Pais do Amaral e o Quifel ASM Team tiveram uma participação recheada de contrariedades nos 1000Km do Algarve, terceira prova do campeonato Le Mans Series 2010 que no sábado se disputou no Autódromo Internacional de Portimão, tendo acabado por abandonar prematuramente a corrida devido a problemas mecânicos.
Depois das excelentes indicações dadas nos treinos e nas duas primeiras horas de prova, com o Zytek 09S do Quifel ASM Team a colar-se ao carro da equipa Strakka Racing, seu mais forte opositor, tudo se complicou quando Miguel Pais do Amaral teve uma ligeira saída de pista, aparentemente sem consequências, mas que acabou por se revelar fatal quando o piloto tentou recolocar o Zytek no asfalto.
“O carro perdeu apoio aerodinâmico devido à aproximação a um concorrente mais lento e tive mesmo de fazer uma passagem sem consequências pela gravilha”, recorda Miguel Pais do Amaral, que no entanto tinha uma desagradável surpresa à espreita: “Quando reentrei na pista não me apercebi de que o corrector era ali muito alto e senti uma pancada forte no fundo do carro, que infelizmente provocou sérios estragos”, explica.
De facto, os muitos minutos perdidos na box para tentar recuperar a mecânica retiraram desde logo à equipa portuguesa qualquer veleidade relativamente a um bom resultado, situação que se agravou quando pouco depois de regressar à pista o chassis do Zytek cedeu em definitivo.
“Foi muito azar junto”, desabafa António Simões, Director do Quifel ASM Team, que prefere salientar os aspectos positivos detectados no Algarve: “Reforçámos a convicção de que sem problemas temos um carro ganhador e que progredimos imenso em relação à concorrência, incluindo os carros equipados com motores Honda”, sustenta Simões, que assim encara com redobrado optimismo a próxima prova do Campeonato, a disputar em 21 e 22 de Agosto, na pista de Hungaroring.
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Infeliz/ para MPA a sorte não esteve do seu lado mas penso k também houve um pouco de incúria da sua parte
Não podemos deixar-nos abater e para a próxima vez vamos ter mais calminha…
Abraço.
Foi de facto uma infelicidade e um mix de azar e erros do MPA, a saída em si foi sem consequências, mas foi originada por uma tentativa muito optimista do MPA que quando se viu sem espaço tirou o pé com o carro em apoio e perdeu logo a traseira (não me parece que naquele sitio rodem a velocidade suficiente para ser um problema de carga aerodinamica como ele afirma), depois tentou entrar na pista pela distancia mais curta que acabava no corrector e este até nem é muito alto só que está cavado pelos pilotos que cortam em demasia a trajectoria, o fundo plano bateu de topo e partiu a carenagem direita e aqui é que foi o azar pois uma parte desta ficou debaixo do carro e não o deixava andar para a frente demorou uns segundos até perceber e fazer marcha a trás para se libertar o suficiente e andar para a frente onde voltou a entrar na terra e só nesse momento é que o ultimo bocado do fundo plano se desprendeu e o carro finalmente voltou á pista para de dirigir ás boxes.
Estive algum tempo na excelente bancada do final da recta da meta e de facto a grande maioria dos pilotos que dobravam carros mais lentos optava pela direira seguinte que é muito mais lenta e propicia para ultrapassagens, enfim uma excelente oportunidade perdida para mais uma vitória, mas assim são as corridas.