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João Barbosa regressa às vitórias com desempenho notável no “Brickyard”

por Andrew Remedios, 26 de Julho de 2014 Um Comentário

© IMSA

João Barbosa voltou às vitórias esta sexta-feira no United Sportscar Championship em Indianapolis com Christian Fittipaldi e a Action Express Racing, conquistando também a liderança no campeonato num dia em que os P2 pareciam ter tudo para vencer.

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PROTÓTIPOS: BARBOSA VENCE COM EXCELENTE PRESTAÇÃO DA EQUIPA

À chegada do Brickyard, a Extreme Speed Motorsports foi beneficiado por uma alteração do Balanço de Desempenho com o seu motor Honda passando a ter um restritor de ar mais largo em 0.3mm, que traduzia, segundo a equipa em mais 5 cavalos. Já em Mosport, Scott Sharp e companhia se revelavam rápidos, e com esta ajudinha no fim-de-semana do Dia Nacional de Tequila Patrón, a equipa não deixou passar a oportunidade. Não só Ryan Dalziel colocou o HPD ARX-03b #1 na Pole Position, como o companheiro de equipa Johannes van Overbeek no HPD #2 reservou a primeira fila da grelha para a equipa de Ed Brown. Com o Morgan Nissan #42 da OAK Racing a fazer o terceiro posto, e Christian Fittipaldi a ser o melhor DP em 4º lugar no Corvette #5 da Action Express Racing, parecia que estava tudo encaminhado para ser outra corrida como Mosport, há duas semanas atrás.

No entanto, logo no arranque, os P2 foram praticamente comidos. Uma falha de estratégia, talvez, mas quando Sharp arrancou o HPD #1, o ‘chefe’ Brown no HPD #2 não acompanhou o ritmo e antes da primeira curva já tinha caído para 6º lugar. Restavam dois, e logo na curva, Gustavo Yacaman no Morgan #42 levou um toque acidental de Fittipaldi no Corvette #5 e fez um peão, ao mesmo tempo que o jovem Sage Karam no Riley Ford EcoBoost #01 da Chip Ganassi Racing cortou a curva quando se viu sem pista na parte de dentro da pista. A meio da primeira volta o brasileiro da Action Express Racing acabou por ultrapassar Sharp para tomar a liderança da prova. O arranque vitimizou também o Corvette DP #10 da Wayne Taylor Racing com Jordan Taylor a tentar passar alguns DP por dentro no arranque e a acabar por ser apertado ao muro das boxes e a sofrer ligeiros danos que afectaram o desempenho do carro ao longo da prova.

A primeira parte da prova foi propícia a neutralizações de corrida, com a primeira hora a ser interrompida por 3 vezes, e embora o colombiano Yacaman ter beneficiado de um trabalho notável nas boxes da OAK Racing para subir de 6º a 2º, os danos no chassis Morgan causados pelo incidente na primeira curva e a desvantagem dos P2 nos arranques não o permitiram lutar contra Karam no arranque, e o jovem piloto acabou por assumir a liderança da corrida pouco tempo depois numa altura em que o piloto português João Barbosa já se encontrava em pista no Corvette DP #5 e queixando-se do desempenho do carro. No entanto, depois das paragens nas boxes, Barbosa retomou a liderança e não mais cedeu.

Durante a última hora da corrida, a grande preocupação estava no combustível. Todos tinham parado entre 1 hora antes do fim e 50 minutos, no caso de Ricky Taylor no Corvette DP #10. Barbosa foi o penúltimo a parar, a 52 minutos do fim, e tanto ele como Ricky tinham condições para chegar ao fim sem mais paragens mas o resto precisava de uma neutralização que não acabou por chegar. No fim a estratégia da Wayne Taylor Racing permitiu ao Corvette DP #10, muito tocado pela corrida, subir ao 4º lugar, com Scott Pruett no Riley Ford #01 e Richard Westbrook no Corvette #90 a segurar as duas posições no pódio atrás do vencedor, o portuense. O melhor entre os P2 acabou por ser o HPD #1 da ESM, com Dalziel a fazer o tudo por tudo nos últimos minutos para ultrapassar Ricky Taylor mas sem êxito.

“Foi um grande resultado numa corrida sofrida!” comentou João Barbosa em exclusivo ao Le Mans Portugal. “O Christian fez um excelente 1º turno, apesar da confusão inicial na primeira curva, pois felizmente o Corvette sofreu poucos danos. Conseguiu colocar-nos na 1ª posição e isso foi muito importante. Após a troca de pilotos e as primeiras paragens nas boxes, mantivemos a posição mas logo aí a equipa pediu-me para poupar gasolina, e assim fiz ao longo de toda a corrida! Est estratégia veio a tornar se fundamental, embora fosse muito difícil para mim, pois pedem-me para andar rápido e ao mesmo tempo poupar gasolina... Estás duas coisas normalmente não andam de mais dadas!!!”

“A Action Express Racing deu-nos um carro muito competitivo e apesar estar a poupar gasolina, conseguia mesmo assim ter um bom andamento. No primeiro turno paramos algumas voltas depois dos nossos adversários, e com uma excelente paragem por parte da equipa retomamos o comando da corrida, e fui controlando o #01 que estava perto, mas tinha que poupar ainda mais gasolina para evitar uma paragem extra. Não foi fácil. Foi uma corrida mentalmente dura pois tinha que ter em atenção o não usar demasiado combustível mas mesmo assim ter bom andamento. Tudo correu bem. Na ultima volta liguei a reserva do carro e chegamos ao fim com uma boa margem pois todos tiveram que efectuar uma paragem extra! Foi um excelente resultado pois voltamos à liderança do campeonato. Com três corridas para terminar o campeonato tudo pode acontecer mas sabemos que podemos estar competitivos nas restantes corridas!” concluiu o piloto portuense.

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O beijinho da praxe nos poucos "bricks" que ainda por lá existem... © IMSA

Para Fittipaldi, esta vitória acontece 19 anos depois da sua estreia em Indy no Indy 500 em 1995, onde terminou segundo e foi nomeado melhor estreante: “foi definitivamente uma corrida inteligente e excitante. A Action Express deu-me uma carro muito, muito bom. Fomos muito consistentes e tivemos velocidade durante a corrida. Durante o meu turno apenas tinha que manter a calma, forçando o ritmo mas não podia cometer erros. João fez um turno mais longo, e ele fez um trabalho excelente. Estamos muito, muito contentes. Esta vitória tira um peso das nossas costas porque estávamos a bater à porta doutra vitória. Voltamos ao topo da classificação. Não podia ter sido um dia muito melhor.”

A equipa da Spirit of Daytona terminou no pódio pela 4ª vez consecutiva (2º em Detroit, 1º em Watkins Glen e 2º em Mosport), um resultando bom para o piloto canadiano Michael Valiante: “chegamos a Indy com um carro não muito bom, e a equipa fez um trabalho fantástico para aproveitar ao máximo as oportunidades que tivemos. Richard Westbrook e eu falamos e queríamos assegurar que chegássemos ao pódio porque não achávamos que tínhamos carro para vencer. Alcançamos o nosso objectivo, mas vamos ter que fazer melhor nas próximas rondas se queremos lutar pelo título. Terminamos no pódio nas últimas 4 provas mas queremos voltar ao topo.”

Já para os homens da Pole que tiveram que se contentar com um 5º lugar, Scott Sharp da Extreme Speed Motorsports frisou que “tínhamos um carro mesmo bom e tivemos uma semana excelente, nos treinos livres e com o arranque da primeira fila da grelha. Mas estávamos um pouco preocupados. As longas rectas e a vantagem de potência que os DP têm, como sempre, permitiu-lhes gerir melhor o tráfego. Por algum motivo utilizamos muito combustível no HPD #1 durante o meio da corrida e fomos obrigados a parar muito cedo. Alguns dos DP não pararam nessa altura. Esperávamos uma neutralização no final da corrida para não termos que parar. Estávamos em 3º e éramos mais rápidos que o segundo classificado. Podia ter sido um excelente final de prova mas quinto foi o melhor a que pudéssemos aspirar neste tipo de cenário.”

O 4º lugar final da família Taylor foi o melhor possível na corrida para um dos irmãos, Jordan, já que “a corrida terminou para nós no início da corrida com o incidente na curva 1. A partir daí foi uma questão de sobrevivência e tentar obter o máximo de pontos possível. Poupamos combustível durante o turno no meio da corrida para podermos chegar ao fim só com uma paragem. Penso que foi isso que nos salvou a corrida, em termos de estratégia, porque, com todos os danos que tínhamos, não tínhamos ritmo. Ricky consegiu aguentar Dalziel no fim. Podia ter sido pior, como foi na primeira volta. Foi empurrados para o muro, tal e qual em Mosport e nada foi feito.”

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GTLM: SRT VIPER VENCE PELA PRIMEIRA VEZ EM 2014

Tal como nos protótipos o balanço de desempenho teve um efeito nos resultados das qualificações e na própria corrida. A Risi Competizione andava já há algumas corridas bastante atrás dos seus adversários e antes de Indy a IMSA fez 3 alterações ao BoP do Ferrari 458 Italia: menos 30kg de peso, um restritor de ar maior em 0,6mm e uma nova asa dianteira, com permissão para usar a versão de 2011. Tudo isto ajudou a puxar o Ferrari para cima, com Giancarlo Fisichella a levar a equipa de Giuseppe Risi à primeira Pole Position da equipa esta época. BMW também foi beneficiado pelo novo BoP com menos 15kg de peso enquanto que os líderes no campeonato, Corvette Racing receberam mais 30kg de peso que afectou o seu desempenho um pouco ao longo da prova.

O arranque da prova foi positiva para Fisichella no Ferrari #62, com o italiano a manter a liderança até que um pequeno erro entregou a liderança temporariamente aos BMW. Fisichella recuperou num dos arranques das neutralizações a liderança mas voltou a perdê-la, definitivamente, nas primeiras paragens nas boxes. Por seu lado, Jan Magnussen no Corvette C7.R #3 arrancou bem conseguindo chegar até 4º lugar até que no recomeço de uma das neutralizações o piloto dinamarquês foi tocado por um Porsche da classe GTD e fez um peão caindo para 9º lugar.

A Porsche North America saiu do período de neutralizações na frente da prova, enquanto que os BMW perderam bastantes posições no tráfego, ficando presos entre os Corvette que recuperavam posições a meio da tabela. Tudo parecia encaminhar-se para Nick Tandy e Richard Lietz no Porsche 911 RSR #911 mas a pouco mais de 50 minutos do fim da prova, problemas de motor ditaram o fim para a dupla de pilotos oficiais da Porsche. Com esse desfecho, a corrida foi entregue a Jonathan Bomarito no Dodge Viper SRT #93 da SRT Motorsports, que tinha uma vantagem de mais de 10 segundos sobre Pierre Kaffer no Ferrari #62, O alemão tinha perdido valiosos segundos na última paragem quando tiveram problemas com o assento e nos últimos minutos da prova foi perdendo tempo para o Viper e mais importante ainda, se deixava apanhar pelo outro Porsche. Mais atrás os dois Corvette acabaram por superar os dois BMW da Team RLL com António Garcia a acabar por passar os colegas de equipa do Corvette #4 para segurar um 4º lugar final, e valiosos pontos no campeonato para ele e Magnussen.

Para a SRT Motorsports, foi a sua segunda vitória desde o seu regresso às competições em 2012 e Jonathan Bomarito, piloto do Viper #93, adiantou que a última meia hora da corrida “foi como um triplo turno em Le Mans. Demorou muito tempo. Durante cada volta perguntava qual era a diferença. O pessoal fez um trabalho excelente. E fizeram alguns ajustamentos após a primeira paragem nas boxes e ganhamos com isso. Tudo que fizeram hoje foi perfeito. Kuno (Wittmer) foi perfeito e eu consegui aguentar a vantagem.” Sobre terem conseguido chegar à vitória finalmente, Jonathan frisou que “não podiam ter pedido mais do que isso. Fomos terceiros nas 6 horas de Watkins Glen, segundos em Mosport e primeiro em Indy e beijamos os tijolos com a equipa inteira. O impulso, as memórias e a motivação que a equipa vai levar desta prova espero que nos empurre para o resto da época.”

Depois da Pole, a Risi Competizione acabou por cruzar a meta em 2º, o seu melhor resultado do ano e o novo pupilo Pierre Kaffer estava “muito contente pela equipa. O Giancarlo (Fisichella) fez um trabalho fantástico ao longo de toda da competição e eu tive que apenas trazer o carro até a meta. O assento ficou preso muito atrás no cockpit por isso tive muitas dificuldades em sentir-me confortável durante todo o meu turno. Conseguia conduzir mas não pude usar todo o potencial do carro. Aparte disso estou muito feliz por Ferrari, Giuseppe (Risi) e toda a equipa – eles fizeram um trabalho formidável.”

O terceiro lugar da Porsche foi sem dúvida um passo em frente para a marca de Weissach, com o piloto dinamarquês Michael Christensen a referir que “o carro estava mesmo bom. O primeiro turno foi principal uma questão de evitar danos. Os arranques começavam muito cedo nas rectas por isso tivemos que manter o controlo mas o maior desafio foi o tráfego. Foi um alivio regressar ao pódio pela primeira vez desde Sebring. Temos estado a trabalhar muito por isso voltar ao pódio é a única coisa em que penso.”

Para um dos ainda líderes no campeonato no Corvette #3 da Corvette Racing, Jan Magnussen, “foi uma pena o contacto em pista. Não sei muito bem o que aconteceu. Penso que o outro piloto na parte de dentro da pista perdeu o controlo e bateu-me, e fiz um peão. Até então, o carro estava bom. Estávamos a lutar com todo. O tráfego foi realmente muito difícil. É mesmo muito, muito difícil fazer muito mais que seguir o homem a sua frente. Não sei se o carro tinha danos, mas pareceu-me que perdemos um pouco depois do contacto. Teremos que maximizar os pontos que obtivemos e esperemos que tudo corra melhor em Road America.”

A BMW Team RLL tinha começado bem o evento mas a desilusão é sumariada nas palavras do piloto norte-americano do BMW #55, Bill Auberlen, quando conta que “fomos basicamente os mais rápidos em todas as sessões de treinos livres e qualificamos em 2ª e 5ª. Pensava que tínhamos hipóteses em Indy mas o problema foi demasiada carnificina na pista. Ambos os carros sofreram danos e não estavam bem durante a corrida. Mas a equipa foi impecável e nos deram tudo que precisávamos. Os danos nos carros acabaram por nos atrasar. Sinto mal pela equipa. Tivemos sorte de chegar ao fim.”

A Rocketsports Racing de Paul Gentilozzi fez uma dobradinha em PC, com Jack Hawksworth e o canadiano Chris Cumming a vencerem após uma luta entre irmãos muito interessante, do britânico Hawksworth com Bruno Junqueira no outro carro da equipa na última parte da prova. Este resultado quebrava assim o ciclo de vitórias da dupla Colin Braun / Jon Bennett da CORE Autosport. Na categoria GT Daytona, o Ferrari 458 Italia da Scuderia Corsa venceu pela segunda vez esta época, com Jeff Westphal a assumir a liderança a 36 minutos do fim, na 7ª troca de líderes numa corrida bem disputada como sempre.

USCC / Indianapolis: Corrida

P.ºN.Cl.EquipaChassis / MotorVLTDif.P.º Cl
1.º5PAction Express Racing [ João Barbosa ]Corvette DP108(2h46:02.720s)[ 1.º ]
2.º01PChip Ganassi RacingRiley Ford108+48.964s[ 2.º ]
3.º90PSpirit Of DaytonaCorvette DP108+52.160s[ 3.º ]
4.º10PWayne Taylor RacingCorvette DP108+58.309s[ 4.º ]
5.º1PExtreme Speed MotorsportsHPD ARX-03b108+59.595s[ 5.º ]
6.º60PMichael Shank RacingRiley Ford107-1 volta[ 6.º ]
7.º2PExtreme Speed MotorsportsHPD ARX-03b107-1 volta[ 7.º ]
8.º42POAK RacingMorgan Nissan107-1 volta[ 8.º ]
9.º08PCRSR RacingORECA FLM09107-1 volta[ 1.º ]
10.º09PCRSR RacingORECA FLM09107-1 volta[ 2.º ]
11.º54PCCORE AutosportORECA FLM09107-1 volta[ 3.º ]
12.º38PCPerformance Tech MotorsportsORECA FLM09107-1 volta[ 4.º ]
13.º07PSpeedSourceMazda SKYACTIV-D106-2 voltas[ 9.º ]
14.º93GTLMSRT MotorsportsSRT Viper GTS-R105-3 voltas[ 1.º ]
15.º70PSpeedSourceMazda SKYACTIV-D105-3 voltas[ 10.º ]
16.º62GTLMRisi CompetizioneFerrari F458 Italia105-3 voltas[ 2.º ]
17.º912GTLMPorsche North AmericaPorsche 911 RSR105-3 voltas[ 3.º ]
18.º3GTLMCorvette RacingCorvette C7.R105-3 voltas[ 4.º ]
19.º4GTLMCorvette RacingCorvette C7.R105-3 voltas[ 5.º ]
20.º55GTLMBMW Team RLLBMW Z4 GTE105-3 voltas[ 6.º ]
21.º56GTLMBMW Team RLLBMW Z4 GTE105-3 voltas[ 7.º ]
22.º52PCPR1/Mathiasen MotorsportsORECA FLM09105-3 voltas[ 5.º ]
23.º25PC8Star MotorsportsORECA FLM09104-4 voltas[ 6.º ]
24.º91GTLMSRT MotorsportsSRT Viper GTS-R103-5 voltas[ 8.º ]
25.º63GTDScuderia CorsaFerrari 458 Italia102-6 voltas[ 1.º ]
26.º48GTDPaul Miller RacingAudi R8 LMS101-7 voltas[ 2.º ]
27.º33GTDRiley MotorsportsSRT Viper GT3-R101-7 voltas[ 3.º ]
28.º17GTLMTeam Falken TirePorsche 911 RSR101-7 voltas[ 9.º ]
29.º555GTDAIM AutosportFerrari 458 Italia101-7 voltas[ 4.º ]
30.º22GTDAlex Job RacingPorsche GT America101-7 voltas[ 5.º ]
31.º23GTDTeam Seattle/Alex Job RacingPorsche GT America101-7 voltas[ 6.º ]
32.º007GTDTRG-AMRAston Martin V12 Vantage101-7 voltas[ 7.º ]
33.º45GTDFlying Lizard MotorsportsAudi R8 LMS101-7 voltas[ 8.º ]
34.º27GTDDempsey RacingPorsche GT America101-7 voltas[ 9.º ]
35.º73GTDPark Place MotorsportsPorsche GT America101-7 voltas[ 10.º ]
36.º58GTDSnow RacingPorsche GT America101-7 voltas[ 11.º ]
37.º44GTDMagnus RacingPorsche GT America101-7 voltas[ 12.º ]
38.º35GTDFlying Lizard MotorsportsAudi R8 LMS98-10 voltas[ 13.º ]
39.º46GTDFall-Line MotorsportsAudi R8 LMS98-10 voltas[ 14.º ]
40.º94GTDTurner MotorsportBMW Z496-12 voltas[ 15.º ]
41.º85PCJDC/Miller MotorsportsORECA FLM0993-15 voltas[ 7.º ]
42.º7PCStarworks MotorsportORECA FLM0991-17 voltas[ 8.º ]
43.º81GTDGB AutosportPorsche GT America85-23 voltas[ 16.º ]
44.º911GTLMPorsche North AmericaPorsche 911 RSR65-43 voltas[ 10.º ]
45.º88PCBAR1 MotorsportsORECA FLM0934-74 voltas[ 9.º ]
46.º8PCStarworks MotorsportORECA FLM0921-87 voltas[ 10.º ]
47.º19GTDMuehlner Motorsports AmericaPorsche GT America19-89 voltas[ 17.º ]
48.º31PMarsh RacingCorvette DP13-95 voltas[ 11.º ]
Não Alinharam
18GTDMuehlner Motorsports AmericaPorsche GT America

O circo da United Sportscar Championship regressa às pistas daqui a duas semanas em Road America.

Fontes (declarações): comunicados de imprensa da Action Express Racing, Spirit of Daytona Racing, Wayne Taylor Racing, Extreme Speed Motorsports, SRT Motorsports, Risi Competizione, Porsche North America, Corvette Racing e BMW Motorsport