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USCC / Petit Le Mans: Corrida

João Barbosa Campeão USCC e Vencedor da North American Endurance Cup

por Andrew Remedios, 7 de Outubro de 2014 Um Comentário

© IMSA

João Barbosa e o companheiro de equipa da Action Express Racing, Christian Fittipaldi, terminaram em segundo lugar em Petit Le Mans no dia em que se sagraram campeões da temporada inaugural do United Sportscar Championship e, ainda, da Taça de Resistência Norte-Americana. Os irmãos Taylor venceram uma prova muito renhida, tal como em GTLM, onde Porsche venceu por meio da equipa não oficial Falken Tires e Kuno Wittmer ganhou o título para a SRT Viper.

PROTÓTIPOS: BARBOSA CAMPEÃO DUAS VEZES E SEGUNDO NA CORRIDA

Tudo começou muito bem para João Barbosa e Christian Fittipaldi quando o brasileiro colocou o Corvette DP #5 da Action Express Racing na Pole Position, numa sessão de treinos encurtado por vários incidentes, incluindo um que arredou o novo Ligier JS P2 #42 da OAK Racing para o fim da grelha que se tinha mostrado veloz nos treinos livres. Com o piloto portuense a arrancar na frente, bastava-lhe fazer o tempo mínimo de prova (45 minutos) para garantir o título à geral, obrigação que cumpriu, entregando logo a seguir o carro ao seu companheiro Christian para garantir, ao fim de 1 hora e 30 minutos de prova, o título de pilotos para os dois. Restava, no entanto, o título da Taça de Resistência (NAEC, North American Endurance Cup), e esse seria um pouco mais renhido com os dois a terem uma vantagem tênue sobre Jordan e Ricky Taylor e Max Angelelli de apenas 6 pontos.

O primeira parte da corrida foi marcada, acima de tudo, por muitas, mas mesmo muitas, neutralizações da corrida. Nas 3 primeiras horas houve 6 Full Course Yellows, com o recorde a ser batido ao fim de 7 horas e meia quando chegaram à 12ª (ainda haveria mais um perto do final, para colocar o recorde em 13). Nos primeiros minutos, um dos grandes protagonistas foi Alex Brundle no Ligier #42. Partindo do fim da grelha, o britânico levou o coupé P2 do 46º posto  até 18º à 5ª volta, chegando ao top 10 aos 30 minutos de prova, mas tudo se desenrolou durante a primeira paragem. Perderam 2 voltas quando tiveram um problema no turbo e passaram o resto da prova a correr nos limites para recuperar o tempo perdido.

Tudo culminou a meio da corrida, quando no arranque de mais uma neutralização Gustavo Yacaman tentava ultrapassar um carro mais lento e ainda o DeltaWing e este tocou levemente o Ligier e o colombiano saiu de pista embatendo nos pneus a uma velocidade considerável. Para Gustavo “foi a melhor época da minha carreira como piloto e isso é graças à OAK Racing. É uma enorme pena e sinto-me completamente decepcionado pela maneira como a corrida terminou. A equipa trabalhou tanto e tiveram tão pouco descanso depois de fazer duas mudanças de motor em dois dias. Apesar de tudo eles sempre mantiveram um sorriso na cara, trabalharam com paixão e pelo amor que têm pelas corridas.” 

Sobre o acidente que atirou o Ligier para fora da prova, o colombiano explica: “Levei mesmo um toque na parte traseira direita do DeltaWing, mas eu culpo-me a mim próprio por ter colocado o meu carro numa situação de vulnerabilidade. Nunca gosto de deixar que o resultado dependa dos outros. Eu fiz isso desta vez e acabou mal. Foi uma tremenda pena porque definitivamente tínhamos um carro capaz de lutar pela vitória. Alex (Brundle) e Ho-Pin (Tung) fizeram um trabalho magnífico em volta à mesma volta que os líderes depois do problema que tivemos no início da prova.” Relativamente à época inteira, Yacaman termina frisando que “a OAK Racing mostrou humildade, perserverança e uma atitude de nunca desistir independentemente do balanço de performance (BOP). Fomos a única equipa LMP2 que correu em todas as provas. Com as nossas cabeças para baixo, trabalhamos muito para fazer o nosso melhor para superar a desvantagem do BOP. Depois deste ano, isto parece mais uma família que uma equipa de corridas.”

Com o único P2 em prova fora de hipóteses, outro aspirante inicial foi o DeltaWing #0. O DeltaWing revelou-se rápido e capaz de correr com os da frente na primeira parte da prova e chegou mesmo a liderar quando Katherine Legge conseguiu aguentar mais 3 voltas em pista que os outros protótipos (mais 6 que o primeiro que parou), chegando-se a pensar que tinham condições para lutar no fim com um consumo de combustível tão eficiente. No entanto, a perda da primeira e segunda velocidade nas últimas horas da corrida ditaram que o melhor resultado seria o 4º lugar, distantes dos primeiros classificados, mas de qualquer forma o melhor resultado de sempre e uma mostra do potencial do protótipo peso-ligeiro.

Sobre o arranque da prova, a britânica Legge frisou que “o primeiro turno foi relativamente sem problemas. Foi um pouco difícil porque éramos mais rápidos que os DP nessa alturas, o que era frustrante. Durante as primeiras 3 horas, pensamos realmente que tínhamos chances de ganhar, mas numa prova de 10 horas sempre há problemas. A equipa trabalho na fiabilidade, na velocidade e a última corrida da época foi a melhor em ambos os aspectos. Fizemos grandes avanços esta época e sabemos o que precisamos para melhor ainda mais.”

Na frente da prova, consistentes foram sempre os Corvette DP #5 de Barbosa/Fittipaldi, #10 da Wayne Taylor Racing e #90 da Spirit of Daytona. Este último acabaria por ficar arredado dos lugares cimeiros a meio da prova quando Richard Westbrook chocou com um Audi da categoria GTD durante uma das neutralizações, perdendo muito tempo nas boxes. O Riley DP Ford EcoBoost #01 da Chip Ganassi Racing andou um pouco atrasado mas na segunda parte da corrida assumiu a posição abandonada pelo #90, chegando a pressionar muito os dois Corvette DP quando o neozelandês Scott Dixon estava ao volante. Outro Riley Ford, o #60 da Michael Shank Racing, chegou a circular entre os 3 primeiros no início da prova, mas problemas mecânicos com a perda da 4ª velocidade a meio da prova empurrou Oswaldo Negri e John Pew para trás na classificação.

Nos momentos finais, a luta se resumiu a Ricky Taylor no #10 e Barbosa no #5 depois do Riley de Chip Ganassi Racing ter sido tocado pelo BMW da classe GTD, ficando com um furo e algum tempo perdido nas boxes. O Corvette DP da Wayne Taylor Racing revelou-se mais forte no final mas uma jogada com sorte da Action Express Racing pouco antes das 8 horas de prova permitiram a eles garantirem a Taça de Resistência. Para Jordan Taylor, no final da prova, esta corrida tinha um sabor especial: “o nosso pai ganhou o primeiro Petit Le Mans, por isso ouvimos sempre falar disto. Ele falava sempre muito bem desta corrida e colocava-a ao mesmo nível que Le Mans, Sebring e Daytona. Foi definitivamente muito bom conseguir vencer, especialmente com Max (Angelelli). Foi bom fechar a época com uma vitória e fazê-la duma forma dominante, onde fomos líderes praticamente a corrida inteira. É certamente um impulso entrando nas férias. Nas duas últimas provas tivemos o melhor carro por isso temos esperanças para 2015.”

Já para os campeões, o segundo lugar foi compensado com os dois títulos. Para Christian Fittipaldi, “foi um verdadeiro prazer. É uma honra fazer parte desta equipa – de conduzir com o João todo o ano. Não podia ter sido melhor. Estamos tão aliviados, e muito contentes. O carro #10 de Wayne Taylor Racing foi rápido. No meu primeiro turno, eles eram bem melhores que nós. No meu segundo turno, diminuímos a desvantagem para eles. E no meu último turno, estivemos sempre atrás deles. O carro estava a melhorar todo o tempo.”

Já para João Barbosa, “antes de chegar a corrida nós delineamos o nosso plano e objetivos para o fim de semana: 1º ganhar o Tudor United Sportscar Championship por equipas; 2º o titulo de pilotos; e por ultimo a Tequila Patron North America Endurance Cup. Se o primeiro seria fácil de atingir pois bastava à equipa efetuar a partida, o 2º já não era tão simples. Apesar de termos de efetuar apenas o tempo mínimo para ter direito a pontos, ou seja 45 minutos, em corrida tudo pode acontecer. Partir da pole position foi realmente a melhor posição pois assim poderia controlar melhor o nosso destino.  E assim foi: fiz um 1º turno muito conservador, e ao fim de 46 minutos de corrida fizemos o nosso pitstop, na altura em 2º lugar, e assim confirmei o campeonato! Foi um alívio! Depois de o Christian também ter completado o tempo dele, o nosso próximo objetivo era lutar pelo campeonato NAEC. Com uma estratégia muito boa, conseguimos liderar o segmento das 8h de corrida e assim também conquistar esse campeonato. Objetivo cumpridos!

Esta estratégia colocou-nos um pouco em desvantagem para o carro #10. Perdemos algum tempo na parte final da corrida, que no meu ultimo turno não consegui reduzir. Foi pena, pois gostávamos de ter terminado o ano com um vitória mas não foi possível. O 2º lugar é de qualquer maneira um bom resultado. De salientar que o nosso Corvette foi o único que completou todas as voltas disponíveis no campeonato, o que atesta bem a qualidade de preparação que a Action Express Racing efetuou! 8 pódios em 11 corridas é realmente um resultado do qual estamos muito orgulhosos!!!”, concluiu o piloto português em exclusivo para o Le Mans Portugal.

Quanto aos títulos conquistados, “claro que estou muito contente com a obtenção destes títulos! Este era um objetivo de carreira, depois das vitórias nas 24 Horas de Daytona. Não foi fácil de atingir, mas contei sempre com um grande apoio da equipa ao longo de todos estes anos e sempre trabalhamos com este objetivo. Acho que no final do ano passado já a equipa estava bem preparada e os testes de inverno confirmaram isso mesmo.  Conseguimos criar uma equipa muito forte em todos os campos, claro que agora iremos analisar os pontos fracos e melhorar. Acho que estamos em excelentes condições de voltar a lutar pelo campeonato no próximo ano pois temos agora uma base muito solida. É definitivamente o ponto alto da minha carreira!”

© Jose Mario Dias / Action Express Racing

© Jose Mario Dias / Action Express Racing

GTLM: VIPER FAZ O SPLIT E LEVA PARA CASA O TÍTULO COM A FALKEN TIRE A REPETIR O TRIUNFO DE 2013

Antes de Petit Le Mans, a dupla Jonathan Bomarito / Kuno Wittmer da SRT Viper lideravam a geral e SRT Motorsports decidiu separá-los para esta prova com o intuito de garantir que pelo menos um deles vencesse o título caso houvesse problemas com um dos Vipers ou para o caso do Corvette C7.R #3 conseguir recuperar um pouco da glória do início da temporada. Um pouco de tudo isto aconteceu nas 10 horas de Petit Le Mans.

Com os Porsche em evidência na frente da grelha e o Ferrari 458 Italia #62 da Risi Competizione a fazer-lhes frente, foram os 4 carros destas marcas que dominaram nos momentos iniciais. Mais atrás António Garcia lutava no Corvette #3 com Jonathan Bomarito no SRT Viper GTS-R #93 e Kuno Wittmer no SRT Viper GTS-R #91. Após a primeira paragem nas boxes, Garcia foi-se chegando a frente e ao fim de 2 horas chegava a liderança com o Viper #91 em 4º e o Viper #93 em 7º. Tudo parecia atirado para o ar mas chegou então o momento definidor do campeonato durante a 4ª neutralização da corrida, quando todos os GTLM pararam nas boxes. Risi Competizione fez um trabalho notável, um costume nos últimos tempos, e Pierre Kaffer saiu confortavelmente para o fim da boxes onde havia luz vermelha.

Patrick Pilet saiu das boxes da Porsche com alguma pressa para manter a 2ª posição do #911, tal como Jan Magnussen no Corvette #3. Tanto Pilet como Magnussen estavam distraídos com os últimos retoques nos seus respectivos habitáculos quando o francês da Porsche se apercebeu que Kaffer tinha parado. Desviou-se ligeiramente para a direita mas não evitou embater no Ferrari. Magnussen, por seu lado, também não teve tempo de reagir ao Porsche que apareceu repentinamente a sua frente e bateu-lhe no traseiro. Os 3 carros ficaram gravemente danificados, com o Ferrari a ficar fora da prova depois de a Risi não conseguir arranjar o chassis. Tanto o Porsche #911 como o Corvette #3 perderam muito tempo nas boxes, com o Corvette de Garcia a ficar a mais de 2 voltas da frente e com a esperanças do título a evaporarem-se rapidamente.

O desapontamento de Giuseppe Risi com a desistência prematura do Ferrari, quando este circulava nos lugares da frente, era evidente depois da comunicação do fim da corrida: “fomos completamente uma vítima inocente dum acidente sem culpa da nossa parte e espero que seja analisada pela IMSA. Tenho que dizer que estou chocado que ainda não foi feito porque é evidente nas repetições que o piloto da Porsche não estava a tomar atenção. No passado quaisquer transgressões da nossa equipa ou dos nossos pilotos foram punidos severamente e imediatamente. Isto leva-me a questionar se esta competição se importa se há ou não um Ferrari GTLM a tempo inteiro, e deverá influenciar a minha opinião para a frente quando decidimos se continuamos ou não. Escusado será dizer que estou extremamente desapontado por toda a equipa que trabalhou incansavelmente não só esta época como durante a época inteira. Estou muito orgulhoso da maneira como eles recuperaram das adversidades no início do ano e das duas vitórias e pódios que atingimos.”

Com estes 3 carros arredados da frente, a tocha ficou para os outros dois Porsche (o #912 da Porsche North America e o #17 da Falken Tire), os dois Vipers, o BMW Z4 GTE da BMW Team RLL #55 e ainda um Corvette #4 resuscitado duma época terrível. A primeira vítima entre estes foi o Viper #91 que a 3 horas de corrida saiu de pista e perdeu tempo nas boxes. O Corvette chegou mesmo a liderar pouco tempo depois com o #911 a recuperar terreno, voltando ao cimo da classificação pouco antes da metade da prova.

Na parte final da corrida, aos poucos a frente ficou reservada para os Porsche #912 e #17, o Corvette #4 e o Viper #91. O Viper #93 de Bomarito teve alguns problemas mecânicos e uma paragem nas boxes mal conseguida, mas com os problemas da Corvette, Bomarito e Wittmer tinham tudo para vencer o título juntos. O domínio da Porsche acabou por se confirmar mas não por meio da equipa oficial mas sim pela Falken Tire, que teve um dia inspirado de Wolf Henzler, Bryan Sellers e Marco Holzer para aguentar todos e repetirem a vitória de 2013. Para o alemão Henzler “foi um grande dia para a equipa. Os pneus estavam excelentes. Chegamos aqui e testamos duas vezes e penso que resultou perfeitamente. Encontramos uma boa combinação com os pneus da Falken e o Porsche 911 RSR. Desde o início do fim-de-semana estivemos sempre competitivos e a fazer bons tempos por volta. Bryan fez uma qualificação e tenho que dizer que o carro melhorou e melhorou e sempre mais veloz. Quando Bryan conseguiu fazer a volta mais rápida durante a prova sabia que podias lutar pela vitória. Eu estava um pouco nervoso no fim com o último safety car. Não por causa da nossa velocidade mas por causa do tráfego. Mal posso esperar pela próxima época.”

O campeão, o canadiano Kuno Wittmer, ainda não tinha palavras para explicar como se sentia, referindo que “não podia ter conseguido nada sem as outras pessoas na equipa. Estou um pouco em baixo emocionamente por não poder partilhar isto com Bomarito. Estivemos juntos durante toda a temporada e o facto que não podemos partilhar isto é triste. No meu coração, ele também é um campeão.” Sobre a corrida, Kuno acrescentou que “foi muito dura. Houve muita adversidade em pista, muito contacto com outros carros mas nos mantemos limpos. Foi uma questão de nos mantermos limpos e fazer paragens perfeitas.”

Infelizmente a alegria no seio da SRT Motorsport duraria pouco tempo com a Chrysler, ontem, a anunciar o fim imediato do programa de fábrica.

USCC / Petit Le Mans: Corrida

P.ºN.Cl.EquipaChassis / MotorVLTTimeP.º Cl.
1.º10PWayne Taylor RacingCorvette DP400(10h01:11.256s)[ 1.º ]
2.º5PAction Express Racing [ João Barbosa ]Corvette DP400+11.062s[ 2.º ]
3.º01PChip Ganassi RacingRiley Ford399-1 volta[ 3.º ]
4.º0PDeltaWing Racing CarsDeltaWing DWC13395-5 voltas[ 4.º ]
5.º8PCStarworks MotorsportORECA FLM09395-5 voltas[ 1.º ]
6.º54PCCORE AutosportORECA FLM09395-5 voltas[ 2.º ]
7.º52PCPR1/Mathiasen MotorsportsORECA FLM09395-5 voltas[ 3.º ]
8.º08PCRSR RacingORECA FLM09394-6 voltas[ 4.º ]
9.º17GTLMTeam Falken TirePorsche 911 RSR391-2 voltas[ 1.º ]
10.º912GTLMPorsche North AmericaPorsche 911 RSR391-1 volta[ 2.º ]
12.º91GTLMSRT MotorsportsSRT Viper GTS-R391-1 volta[ 3.º ]
12.º4GTLMCorvette RacingCorvette C7.R391-2 voltas[ 4.º ]
13.º911GTLMPorsche North AmericaPorsche 911 RSR390-11 voltas[ 5.º ]
14.º93GTLMSRT MotorsportsSRT Viper GTS-R389-1 volta[ 6.º ]
15.º31PMarsh RacingCorvette DP388-1 volta[ 5.º ]
16.º56GTLMBMW Team RLLBMW Z4 GTE388-2 voltas[ 7.º ]
17.º3GTLMCorvette RacingCorvette C7.R388-2 voltas[ 8.º ]
18.º7PCStarworks MotorsportORECA FLM09385-8 voltas[ 5.º ]
19.º85PCJDC/Miller MotorsportsORECA FLM09384-3 voltas[ 6.º ]
20.º25PC8Star MotorsportsORECA FLM09383-17 voltas[ 7.º ]
21.º57GTLMKrohn RacingFerrari F458 Italia383-17 voltas[ 9.º ]
22.º60PMichael Shank RacingRiley Ford383-17 voltas[ 6.º ]
23.º90PSpirit Of DaytonaCorvette DP381-19 voltas[ 7.º ]
24.º48GTDPaul Miller RacingAudi R8 LMS376-24 voltas[ 1.º ]
25.º58GTDSnow RacingPorsche GT America376-24 voltas[ 2.º ]
26.º44GTDMagnus RacingPorsche GT America376-24 voltas[ 3.º ]
27.º94GTDTurner MotorsportBMW Z4376-24 voltas[ 4.º ]
28.º23GTDTeam Seattle/Alex Job RacingPorsche GT America375-25 voltas[ 5.º ]
29.º51GTDSpirit of RaceFerrari 458 Italia375-25 voltas[ 6.º ]
30.º87PCBAR1 MotorsportsORECA FLM09375-25 voltas[ 8.º ]
31.º555GTDAIM AutosportFerrari 458 Italia375-25 voltas[ 7.º ]
32.º22GTDAlex Job RacingPorsche GT America375-25 voltas[ 8.º ]
33.º63GTDScuderia CorsaFerrari 458 Italia373-27 voltas[ 9.º ]
34.º007GTDTRG-AMRAston Martin V12 Vantage373-27 voltas[ 10.º ]
35.º81GTDGB AutosportPorsche GT America367-33 voltas[ 11.º ]
36.º35GTDFlying Lizard MotorsportsAudi R8 LMS366-34 voltas[ 12.º ]
37.º73GTDPark Place MotorsportsPorsche GT America346-54 voltas[ 13.º ]
38.º09PCRSR RacingORECA FLM09283-117 voltas[ 9.º ]
39.º45GTDFlying Lizard MotorsportsAudi R8 LMS260-140 voltas[ 14.º ]
40.º70PSpeedSourceMazda SKYACTIV-D255-145 voltas[ 8.º ]
41.º19GTDMuehlner Motorsports AmericaPorsche GT America255-175 voltas[ 15.º ]
42.º42POAK RacingMorgan Nissan187-213 voltas[ 9.º ]
43.º49GTDSpirit of RaceFerrari 458 Italia181-219 voltas[ 16.º ]
44.º38PCPerformance Tech MotorsportsORECA FLM09171-229 voltas[ 10.º ]
45.º33GTDRiley MotorsportsSRT Viper GT3-R166-234 voltas[ 17.º ]
46.º9PAction Express RacingCorvette DP134-266 voltas[ 10.º ]
47.º88PCBAR1 MotorsportsORECA FLM09108-292 voltas[ 11.º ]
48.º55GTLMBMW Team RLLBMW Z4 GTE99-301 voltas[ 10.º ]
49.º27GTDDempsey RacingPorsche GT America99-301 voltas[ 18.º ]
50.º62GTLMRisi CompetizioneFerrari F458 Italia95-305 voltas[ 11.º ]
51.º07PSpeedSourceMazda SKYACTIV-D47-353 voltas[ 11.º ]
Não Alinharam
18GTDMuehlner Motorsports AmericaPorsche GT America
30GTDNGT MotorsportPorsche GT America
71GTDPark Place MotorsportsPorsche GT America

Foi assim o fecho da primeira temporada do novo United Sportscar Championship. Até o regresso em Janeiro para as 24 horas de Daytona, haverá mexidas, desistências e novidades, tanto nos participantes como eventualmente na gestão e nas regras para corrigir alguns problemas identificados por participantes nas 4 categorias.

Fontes (declarações): DeltaWing Racing, OAK Racing, Wayne Taylor Racing, Corvette Racing, Risi Competizione, SRT Motorsports e Porsche Motorsport