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Jean Rondeau: O Filho de Le Mans (II)

por Hugo Ribeiro, 14 de Agosto de 2007 Sem Comentários

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Dossier: Jean Rondeau — Parte 2 / 4

O ÚLTIMO HERÓI

Le Mans, 15 de Junho de 1980, 15:58. No circuito de La Sarthe, corre-se a última volta de mais uma edição das 24 Horas. Chove copiosamente e Jean Pierre Jaussaud, ao volante do Rondeau M379B, segue frente da corrida, com Jacky Ickx, ao volante do Porsche 908/80, a uma volta. Mais ou menos a meio do velho traçado, Jaussaud apanha um lençol de água e o Rondeau sai em frente pela escapatória. Na boxe do pequeno construtor artesanal francês, o sangue gela a Jean Rondeau e restante equipa. “Isto não está a acontecer....” terá ele pensado.

Os dois Rondeaus M379B do Grupo 6

Os dois Rondeaus M379B do Grupo 6

Em 1980, usando o mesmo esquema de financiamento do ano anterior – um carro, um patrocinador – Rondeau consegue de novo inscrever nas 24 Heures três dos seus M379 (versão B), em mais um sinal da sua persistência sem fim. Assim, apresenta-se em La Sarthe com o nº15, conduzido por Henri Pescarolo (FR) /Jean Ragnotti (FR), o nº16, conduzido por si próprio e Jean-Pierre Jaussaud (FR), ambos no Grupo 6 (Sport 2 litros), e o nº17, com Gordon Spice (GB) e os irmãos Jean-Michel e Pierre Martin (BE), na categoria GTP.

A prova ficaria marcada pela ausência de quaisquer grandes construtores, a nível oficial, embora várias equipas privadas se apresentassem com o muito competitivo, e já vencedor em Le Mans, Porsche 935, e ainda a semi-oficial Porsche Martini Racing, de Reinhold Joest, com o Porsche 908/80 (um 935 alterado). No GTP, a já tradicional luta entre a Rondeau e a WM Peugeot continuava em novo capítulo.

Durante os treinos cronometrados vários acontecimentos caricatos tiveram lugar. Primeiro, os cronometristas ameaçaram fazer greve, o que não tendo acontecido de facto não deixou de criar grandes dificuldades à organização para credibilizar os tempos cronometrados. Este facto forçou a organização a implementar um sistema electrónico de cronometragem, que na altura ainda estava em fase experimental, mas, em mais uma história rocambolesca, uma greve da EDF (Electricidade de França) com repetidos cortes de fornecimento de electricidade, mandavam regularmente os computadores abaixo.

Entretanto, na pista, Pescarolo e Ragnotti obteriam a pole-position, enquanto que Fitzpatrick (GB)/Redman (GB)/Barbour (US), da equipa Dick Barbour Racing, inscrita na categoria IMSA com um Porsche 935 K3, ficariam em segundo lugar. No entanto, o melhor tempo da sessão de qualificação seria obtido efectivamente por Fitzpatrick, que veria o seu tempo não ser homologado devido aos constrangimentos com a ameaça de grave dos cronometristas oficiais e aos problemas com a cronometragem electrónica, o que gerou uma enorme indignação na equipa americana e fortes protestos em várias equipas que não viram, de igual modo, os seus tempos nem as suas melhores marcas serem reconhecidas. Ickx (BE)/Joest (DE) ficariam apenas com o quarto melhor tempo, à frente do Rondeau de Jaussaud e do próprio piloto-construtor, apesar de terem feito o segundo melhor tempo, num exemplo entre muitos.

Ickx deixa-se ficar para trás após a largada

Ickx deixa-se ficar para trás após a largada

No dia 14 de Junho de 1980, às 16:00, chovia como nunca antes havia chovido numa edição das 24 horas de Le Mans. No arranque, Ickx simplesmente deixou-se ficar para trás, pois o spray lançado pelos protótipos e pelos GT's do Grupo 5 era tanto que a visibilidade andava perto de nula, e ele conduzia um Porsche 908/80 aberto enquanto os restantes conduziam BMW M1, Porsche 935 e Rondeau fechados, o que lhe proporcionava maiores dificuldades de condução à chuva. Sem problemas dessa natureza, Fitzpatrick colocou-se logo na dianteira, passando Ickx e também Pescarolo. Mais atrás, Hans Stuck (DE) fazia uma prova de outro mundo, ascendendo, da 26ª posição em que tinha partido, à segunda posição em apenas duas horas, no seu BMW M1 da categoria IMSA. Ickx, que se havia atrasado imenso com a chuva, e o patrão Joest, que completava a dupla da Martini Porsche, rapidamente se afirmaram como os mais rápidos em pista à medida que a chuva abrandava, ganhando posição atrás de posição e aproximando-se do top 5. Ainda antes de concluídas as primeiras 4 horas de prova, o BMW M1 de Hans Stuck/Dominique Lacaude (FR)/Hans-Georg Bürger (DE), é atingido por destroços de um Porsche 935, de que resulta a destruição do radiador e do pára-brisas do GT alemão apoiado pela BMW Motorsport, vendo assim a sua prova irremediavelmente prejudicada.

Concluídas as 4 horas de prova, e começando o anoitecer em La Sarthe, Ickx/Joest lideravam, no Porsche 908/80 da Martini Porsche, com Fitzpatrick/Redman/Barbour a 13 s, no Porsche 935 K3 da Dick Barbour Racing; Wolleck (FR)/Kelleners (DE) a 16 s, num Porsche 935 K3 da Kremer Racing; Pescarolo e Ragnotti a 26 s no Rondeau; e Stommelen (DE)/Plankenhorn (DE)/Ikusawa (JP) a uma volta, num Porsche 935 K3 da Kremer Racing. Já depois da chuva ter parado e a pista começado a secar, Ickx começa a ganhar uns impressionantes 10 segundos por volta aos seus perseguidores, até que um problema na bomba de injecção o faz perder 13 minutos na box para a sua substituição - era o primeiro golpe de teatro. Quando regressou à pista já tinha caído para a sétima posição. Mais para a frente, com 6 horas de prova, é a vez de Wollek ir à box com o mesmo problema, deixando então Fitzpatrick na cabeça da corrida, com os dois Rondeau M379B de Pescarolo/Ragnotti e Jaussaud/Rondeau nas 2ª e 3ª posições.

À meia-noite, com 8 horas de prova decorridas, é a vez dos dois Rondeau da frente irem à box quase simultaneamente. Jaussaud/Rondeau foram os primeiros, com problemas no alternador, e logo de seguida Pescarolo/Ragnotti, com problemas de motor que a equipa não consegue resolver, obrigando-os à desistência. Desta forma, as posições encontram-se assim ordenadas: Fitzpatrick/Redman/Barbour em 1º; Ickx/Joest em 2º; Jaussaud/Rondeau em 3º; Spice/Martin/Martin no 4º lugar; dominando a categoria GTP; e De Cadenet (GB) /Migault (FR) /Wilson (GB), no protótipo do pequeno construtor/piloto inglês Alain de Cadenet, o De Cadenet-Lola LM, na 5ª posição. Estas posições, até perto do meio da prova, apenas se alteraram mediante as idas às boxes para mudança de pneus e reabastecimentos, quando Ickx conseguiu reconquistar o 1º lugar e ganhar alguma vantagem sobre Jaussaud/Rondeau e Fitzpatrick/Redman/Barbour, que tinham sido forçados a parar com problemas no Porsche.

A meio da prova, Ickx/Joest já haviam consolidado a liderança com uma volta de vantagem sobre Jaussaud/Rondeau, três sobre Fitzpatrick/Redman/Barbour e cinco sobre Spice/Martin/Martin, que continuavam a liderar a classe GTP sem oposição da WM Peugeot. De Cadenet/Migault/Wilson fechavam o top 5, já a seis voltas do líder. Estas posições mantiveram-se até às 18 horas de prova, quando se dá o segundo golpe de teatro. Ickx/Joest voltam de novo à box, desta vez com problemas de caixa de velocidades, e perdem a liderança da prova para Jaussaud/Rondeau, que ficam ainda com uma vantagem de 5 voltas. Meia hora depois, é a vez de Fitzpatrick/Redman/Barbour terem problemas com o seu Porsche 935 e perderem o 3º lugar para o outro Rondeau de Gordon Spice e dos irmãos Martin, mantendo-se no entanto na quarta posição.

A 3 horas do final da prova, Jaussaud passa o volante a Rondeau, que sai para a pista com pneus slick quando volta a cair uma forte chuvada no circuito de La Sarthe. Apanhado de surpresa, ainda nas curvas Dunlop, o piloto-construtor francês não consegue evitar o despiste batendo nos rails de protecção. O motor vai abaixo e Rondeau só ao fim de imensas tentativas é que consegue voltar a colocar o V8 da Ford em funcionamento. Visivelmente nervoso com o sucedido, e vendo a vitória escapar-lhe por entre os dedos, Rondeau segue muito lentamente pela pista ignorando as trajectórias. Ickx começa a recuperar tempo, com voltas 10 s mais rápidas que as de Rondeau, que acaba por só ficar uma hora em pista, entregando o seu protótipo a Jaussaud - de longe um piloto mais capaz e experiente para terminar a prova e segurar a vitória - que entra em pista de novo com pneus slick, pois entretanto já havia terminado de chover.

Ickx aproxima-se de Jaussaud, mas ainda leva uma volta de atraso

Ickx aproxima-se de Jaussaud, mas ainda leva uma volta de atraso

A pouco mais de meia hora do fim da prova a chuva regressa, e Ickx, que conduzia o último turno do Porsche 908/80, vai à box trocar para pneus de chuva, quando estava a 2 voltas de Jaussaud. Este decide não fazer o mesmo e aparentemente faz uma boa aposta pois consegue manter o comando da prova de forma segura, apesar da aproximação de Ickx.

Mas a poucos minutos das 16:00, começa a chover copiosamente e Jaussaud, ao volante do Rondeau M379B, segue frente da corrida, com Jacky Ickx, ao volante do Porsche 908/80, a uma volta. Mais ou menos a meio do velho traçado, Jaussaud apanha um lençol de água e o Rondeau sai em frente pela escapatória. Na boxe do pequeno construtor artesanal francês, o sangue gela a Jean Rondeau e restante equipa, mas Jaussaud consegue manter o carro em funcionamento e longe dos rails, voltando lentamente para a pista e conseguindo a primeira vitória de sempre de um piloto/construtor em Le Mans. Na volta de consagração, dezenas de milhares de adeptos inundam a pista em delírio, para dar a Rondeau e a Jaussaud aquela que foi talvez a maior ovação a um vencedor das 24 Horas de Le Mans.

O filho de Le Mans havia ganho a prova...

Rondeau e Jaussaud celebram a vitºoria nas 24 Horas de Le Mans de 1980

Rondeau e Jaussaud celebram a vitória nas 24 Horas de Le Mans de 1980

Ickx/Joest acabariam por ter de se contentar com o 2º lugar, com Spice/Martin/Martin a completar o pódio, no segundo Rondeau, que vence ainda, e de novo, a classe GTP. Fitzpatrick/Redman/Barbour, uma das duplas que animou mais de metade da prova, ficariam em 5º lugar, contentando-se com a vitória na classe IMSA. Desiludido com a prova, Ickx chegaria a anunciar o seu abandono, mas mais tarde voltaria de novo a estar presente em Le Mans.

Depois desta brilhante e heróica vitória, Rondeau voltaria em 1981 em força a La Sarthe, mas teria agora a oposição, agora a título oficial, da Porsche. A marca alemã convence ainda Jacky Ickx a voltar a conduzir em Le Mans, com o intuito de desenvolver o mítico motor Flat-6 Turbo que iria equipar o novo protótipo da Porsche a lançar em 82, de acordo com as especificações do Grupo C, aquela que seria a categoria rainha do mundo da endurance, no novo Campeonato do Mundo de Carros de Sport (World Sportscar Championship) criado pela FIA. Para este ano, no entanto, o novo campeonato tinha apenas duas inscrições, correspondentes a dois protótipos da WM. Assim, a Porsche, através da Porsche System e com o Porsche 936/81, apresentava-se com Jacky Ickx/Derek Bell (GB), no nº11, e Jochen Mass(DE)/Vern Schuppan (AU)/Hurley Haywood (US), no nº 12. Rondeau e Jaussaud, a dupla vitoriosa do ano anterior, conduziam o M379C do Grupo 6 (Sport 2 Litros) nº24, na companhia de Jean Ragnotti (FR)/Jean-Louis Lafosse (FR), no nº25, e Henri Pescarolo (FR)/Patrick Tambay (FR), no nº26. Os dois restantes Rondeau foram escritos na classe GTP, com François Migault (FR)/Gordon Spice (GB) no nº 7 e Jacky Haran (FR)/Philippe Streiff (FR)/Jean-Louis Schlesser (FR no nº 8. Como curiosidade, a Kremer decidiu recuperar um Porsche 917 (rebaptizado 917 K/81), mesmo tendo em consideração que o Porsche já tinha mais de 10 anos de existência e era um protótipo ultrapassado (muito embora já em 1970 tenha atingido os 380 Km/h em La Sarthe e fosse um dos grandes mitos das 24 Horas de Le Mans).

Jean-Louis Lafosse antes do acidente fatal

Jean-Louis Lafosse antes do acidente fatal

Logo nas qualificações, os Porsche 938/81 oficiais mostram-se como os carros mais rápidos em pista e fazem os dois melhores tempos, com Ickx de novo na pole, tendo atrás de ambos o Porsche 908/80 da Joest, com Reinhold Jöest (DE)/Dale Whittington (US)/Klaus Niedzwiedz (DE), e só depois os Rondeau de Pescarolo/Tambay e Rondeau/Jaussaud.

Tristemente, no sábado, as primeiras horas de prova revelar-se-iam fatídicas. Com apenas uma hora e um quarto de prova, o jovem belga Thierry Boutsen, ao volante de um WM Peugeot P81 do Grupo C, tem uma violenta saída de pista na curva das Hunaudières, de que espacapa ileso por mero milagre, atingindo 3 comissários de pista, um dos quais, Thierry Mabilat, acabaria por falecer. Após meia hora de interrupção com os carros a rolar lentamente atrás do pace-car, e de novo no mesmo local, Jean Louis Lafosse (2º em 75 e 76) embate violentamente nos rails com o Rondeau M379C, tendo morte imediata e instalando o luto em La Sarthe, principalmente, como é óbvio, nas boxes da Rondeau. As causas do acidente que tiveram como consequência a morte do piloto francês nunca viriam a ser determinadas. A corrida em si, estava a ser dominada por Ickx/Bell, no Porsche 938/81, seguido de Joest/Whittington/Niedzwiedz, no Porsche 908/80 e, lá mais para trás, do Rondeau de Migault/Spice.

Jöest/Whittington/Niedzwiedz abandonariam a prova com problemas de suspensão, após já terem perdido algum tempo com outros problemas mecânicos que lhes valeram uma paragem de alguns minutos, deixando Ickx/Bell sem concorrência capaz. Com um quarto de prova realizado, Ickx/Bell, com um ritmo impressionante de corrida, já haviam cavado um fosso de 4 voltas para o Rondeau de Migault/Spice, que seguia em 2º (1º GTP), Mass/Schuppan/Haywood, que seguiam em 3º no outro Porsche oficial, Alain Cudini (FR)/Philippe Gurdjian (FR)/John Morton (US), que seguiam em 4º e lideravam a classe IMSA GTX no Ferrari 512 BB/LM nº50 da equipa norte-americana NART, e John Cooper (GB)/Dudley Wood (GB)/Claude Bourgoignie (BE), que seguiam em 5º no Porsche 935 K3 nº 55, inscrito pelo próprio Claude Bourgoignie, que liderava ainda o Grupo 5.

O ritmo imposto pela dupla Ickx/Bell era de facto impressionante e sem adversários à altura, nem mesmo os companheiros de equipa. Com meia prova realizada, Ickx/Bell mantinham as mesmas 4 voltas de distância para o segundo lugar, agora ocupado pelos companheiros de equipa Mass/Schuppan/Haywood. Em terceiro, e já a oito voltas, seguia o Rondeau de Migault/Spice, que mantinha a liderança da classe GTP, e logo atrás vinham os companheiros de equipa Haran/Schlesser/Streiff no segundo Rondeau da classe GTP, já com 10 voltas de atraso. A fechar o top 5, vinha o Ferrari 512 BB/LM de Jean-Claude Andruet (FR)/Claude Ballot-Léna (FR), que liderava agora a classe IMSA GTX. Ainda antes do meio da prova, os restantes Rondeau inscritos na principal categoria, o Grupo 6 (Sport 2 litros), já haviam desistido, nomeadamente o dos vencedores em 1980, Rondeau/Jaussaud, e o de Pescarolo/Tambay, que há muito circulavam abaixo dos 30 primeiros. A honra do pequeno construtor francês ficava assim entregue aos GTP de Migault/Spice e de Haran/Schlesser/Streiff. O Porsche 917 presente em pista, com performances que só envergonhavam este monstro sagrado de Le Mans, também já estava fora de prova devido aos imensos problemas mecânicos que o afectavam, e que levaram a Kremer e Bob Wolleck quase à loucura.

A meia hora de se completarem 18 horas de prova, um problema de embraiagem no 936/81 de Mass/Schuppan/Haywood atrasaria irremediavelmente o segundo Porsche oficial, e catapultaria os Rondeau de Haran/Schlesser/Streiff e Migault/Spice (que haviam sido ultrapassados pelos colegas de equipa) para os restantes lugares do pódio, com uma diferença de 12 e 13 voltas respectivamente. Atrás deles, dois Porsche 935 K3, um dos quais inscrito no Grupo 5, conduzido por Cooper/Wood/Bourgoignie (a 18 voltas) e o outro da classe IMSA GTX, conduzido por Anny-Charlotte Verney (FR)/Ralph Kent-Cooke (US)/Bob Garretson (US).

Lá na frente, só um problema muito grave, que nunca viria a acontecer, é que retiraria mais uma vitória em Le Mans a Jacky Ickx, e a primeira a Derek Bell. No final, uma vitória inquestionável da Porsche e mais uma para o palmarés do "Senhor Le Mans", que com esta já levava 5, acompanhado pelo estreante no lugar mais alto do pódio, Derek Bell. A Rondeau, apesar de ter visto os seus principais pilotos, inscritos no grupo 6 (sport 2 litros), desistirem com problemas de motor, e um deles, o infeliz Lafosse, morto no referido acidente, acabaria por ver ambos os Rondeau M379C GTP no pódio, graças a um 2º e um 3º lugares, o que só confirmava a excelente capacidade e competitividade deste pequeno construtor artesanal francês.

Jacky Haran, Philippe Streiff e Jean-Louis Schlesser, obtiveram o 2º lugar final para a Rondeau

Jacky Haran, Philippe Streiff e Jean-Louis Schlesser, obtiveram o 2º lugar final para a Rondeau

Anexos

Documentário da Televisão Francesa sobre as 24 Horas de Le Mans, com entrevista a Jean-Pierre Jaussaud e imagens da extraordinária vitória de Rondeau em 1980

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O impressonante acidente de Jean-Louis Lafosse

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Fontes

www.ville-lemans.fr; www.lemans.org; www.planetlemans.com; www.mulsannescorner.com; les24hdumans.free.fr; www.caradisiac.com; www.mcestoril.pt; en.wikipedia.org; fr.wikipedia.org; www.sarthe.com; www.endurance-info.com; www.wspr-racing.com; www.racingsportscars.com