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USCC / Road América: Corrida

Barbosa e Fittipaldi com segunda vitória consecutiva em corrida “amarelada”

por Andrew Remedios, 12 de Agosto de 2014 Sem Comentários

© IMSA

João Barbosa conquistou a sua segunda vitória consecutiva na prova de Road America em Elkhart Lake após uma corrida marcada por constantes neutralizações que beneficiaram a estratégia adoptada pela equipa Action Express Racing. Em GTLM, a Risi Competizione regressou ao topo do pódio desde a sua última há um ano atrás.

© IMSA

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PROTÓTIPOS: BARBOSA E FITTIPALDI VENCEM CORRIDA AOS SOLAVANCOS

A dupla João Barbosa/Christian Fittipaldi repetiu o triunfo de Indianapolis há duas semanas atrás com o seu Corvette DP #5 da Action Express Racing. No arranque, o brasileiro Fittipaldi ultrapassou o homem da pole, Scott Sharp no HPD ARX-03b #1 da Extreme Speed Motorsports, que mais uma vez não tinha pedalada para os Daytona Prototypes com pneus frios, um tema constante ao longo da prova. Fittipaldi aguentou a liderança durante os primeiros 45 minutos, um período que viu duas das seis neutralizações de corrida (full course cautions) que ‘comeram’ quase uma hora e meia das 2 horas e 45 minutos totais de corrida.

Logo no arranque após a segunda neutralização, Ricky Taylor no Corvette DP #10 da Wayne Taylor Racing voltou a fazer pressão ao brasileiro da Action Express Racing com este a não conseguir defender-se de um dos ataques tendo os dois DP acabado por se tocar, levando Fittipaldi a fazer um peão e a sair de pista, caindo para 4º lugar. Nessa altura ele começava a reportar às boxes que havia um problema de travões no Corvette DP, e durante a terceira neutralização que se seguiu pouco depois, não só o portuense Barbosa entrou no carro como a equipa trabalhou nos travões. Barbosa caía assim para 6º lugar, num pelotão agora liderado por Sharp no HPD #1 que tinha parado pouco antes da interrupção da corrida e beneficiou desse facto. Infelizmente para Sharp e para os P2, e até para o campeonato, no arranque Memo Rojas, no Riley DP Ford EcoBoost #01 da Chip Ganassi Racing, ultrapassou o HPD com grande facilidade e, poucas curvas depois, também Jordan Taylor no Corvette DP #10 ultrapassou o P2 da ESM.

Foi na neutralização seguinte que a corrida mudou de face radicalmente. Com pouco mais de 1 hora de corrida, nenhum carro conseguiria chegar ao fim com apenas uma paragem, e Rojas continuava a liderar no Riley DP #01 à frente de Jordan Taylor e Richard Westbrook, este no Corvette DP #90 da Spirit of Daytona Racing. Um grupo de protótipos mais atrás (Barbosa, Ryan Dalziel no HPD #1, Olivier Pla no Morgan-Nissan #42 da OAK Racing e Oswaldo Negri Jr. no Riley DP Ford EcoBoost #60 da Michael Shank Racing) decidiram arriscar e pararam nas boxes.

Para sorte deles, e azar dos outros, a corrida voltou a ser neutralizada a 45 minutos do fim, pela quinta vez, agora devido a um acidente envolvendo Pla cujo Morgan #42  foi tocado pelo  HPD ARX-03b #2 da ESM de Johannes van Overbeek quando o francês defendia agressivamente a sua posição. Durante esta paragem de corrida, os três da frente - Jordan Taylor, Memo Rojas e Richard Westbrook - acabaram por ter que parar. Nas voltas que seguiram atrás do Safety Car, durante as manobras de aquecimento, o Corvette DP #10 de Jordan Taylor partiu a direcção e o carro embateu no muro. A corrida ficou neutralizada por mais tempo com Barbosa a liderar na frente de Dalziel no HPD #1 e Negri no Riley DP #60.

No arranque, Barbosa distanciou-se enquanto desta vez o HPD #1 conseguia defender-se, com o escocês Dalziel a levar o melhor sobre Negri Jr. Só que a corrida aguentou apenas 5 minutos até que à sexta e última neutralização. A 10 minutos do fim, a corrida reiniciou-se e, desta vez, Dalziel não pôde aguentar o Riley DP de Negri, e apesar de ter contra-atacado, acabou mesmo por ficar sem o segundo posto. Com Westbrook e Scott Pruett (agora no Riley DP #01) afundados atrás dos GTLM, restava pouco tempo para recuperar terreno, enquanto Barbosa, com pista livre e combustível de sobra, fazia volta rápida após volta rápida, incluindo a volta mais rápida nos últimos minutos. Foi assim a terceira vitória de Barbosa e Fittipaldi que, beneficiando do abandono dos irmãos Taylor, aumentaram a sua vantagem no campeonato de e para a 16 pontos, com duas corridas a faltar, Circuit of the Americas e Petit Le Mans.

© Brian Cleary / AXR

© Brian Cleary / AXR

“Logicamente que correu tudo bem,” afirmou João Barbosa, em exclusivo ao Le Mans Portugal, após a vitória em Road América. “Foi uma, mais uma, excelente corrida para a Action Express Racing. O Christian fez uma boa partida e conseguiu passar para o primeiro lugar; após isso foi tendo muita pressão do Ricky Taylor, até que numa manobra, na minha opinião, um pouco optimista, o Christian sofreu um toque do Taylor que o fez entrar em pião e perder algumas posições. A equipa depois disso readaptou a estratégia de corrida. Entrámos para a primeira paragem, onde trocámos de pilotos e perdemos algumas posições — pois a equipa teve que resolver uma ligeira fuga de óleo dos travões —, e passámos para a traseira do pelotão dos protótipos.”

“A partir daí tivemos que recuperar! O nosso Corvette estava muito bom e rápido e consegui recuperar algumas posições. Com pouco mais de uma hora para terminar houve uma nova situação de safety-car e, para nossa surpresa, fomos dos poucos carros a parar! Apesar de termos perdido posições em pista, sabíamos que os outros carros teriam que parar mais uma vez e nós, com alguma ajuda do safety-car, talvez não! E foi isso que aconteceu! Nós conseguimos chegar até ao fim e os outros atrasaram-se bastante com a paragem nas boxes. Aí passámos para a frente da corrida e consegui controlar esta até ao fim.”

“O Corvette estava muito bom e consegui abrir uma margem confortável e assim consumar a vitória. Além da vitória, foi um excelente dia para o campeonato pois o nosso mais directo adversário, o #10, teve problemas e abandonou, pelo que passámos agora a ter 16 pontos de vantagem quando faltam duas corridas para terminar. Vamos encarar o resto do campeonato como até aqui, pois a melhor defesa que temos é continuar a ter bons resultados e ganhar corridas.”

Para a Michael Shank Racing e para a dupla John Pew / Oswaldo Negri Jr. foi o regresso ao pódio, com o dono da equipa, Michael Shank, a mostrar o seu contentamento após a corrida: “Isto é inacreditável, estou mesmo muito contente por todos. Temos estado a trabalhar tanto e é difícil quando passas tanto tempo sem os resultados a que aspiras. Por isso, conseguir ser tão sólido como fomos ao longo do fim-de-semana e sair com um segundo lugar, é mesmo incrível para o meu pessoal. Um trabalho notável do John e do Ozz (Negri). Vamos continuar a trabalhar no carro e continuar a melhor. Este fim-de-semana foi um grande passo. Quero agradecer a todos por não terem desistido quando teria sido fácil fazê-lo com todos os problemas que enfrentámos este ano.” De notar que este pódio prolonga um registo de pelo menos um pódio por cada cada época em que a Michael Shank Racing participa nas corridas de endurance norte-americanas desde 2004.

Quem também teve muitas razões para sorrir este fim-de-semana foi a DeltaWing Racing Cars. Após o incêndio em Mosport que obrigou à reconstrução o chassis, a equipa estava de volta às pistas no lugar onde tiveram o seu melhor resultado, um 5º lugar no ano passado num dia de chuva. Mesmo sem chuva, desta vez, Andy Meyrick e Katherine Legge foram rápidos ao longo do fim-de-semana e na corrida conseguiram mesmo subir até 5º lugar. Um carro leve e rápido nas rectas conseguia fazer uma estratégia de duas paragens, e a britânica Legge arrancou de 9º mas nas primeiras voltas subiu muitas posições, superando inclusive Gustavo Yacaman no Morgan da OAK. O próprio colega de equipa, Meyrick, saiu das boxes em 8º lugar e recuperou até 5º em poucas voltas. Acabaram por terminar em 6º no meio da confusão da última meia hora, mas a equipa estava bastante satisfeita com o resultado na primeira vez que terminam uma prova esta época.

Para Katherine Legge, “estamos muitos felizes com este resultado, com o sexto lugar na categoria. Conseguimos aproveitar a velocidade em recta do carro para ultrapassar – em cada arranque ultrapassámos outros carros e fomos capazes de fazer voltas rápidos ao mesmo tempo que poupávamos combustível. Chegámos a circular em 5º durante o meu turno, o que mostra a velocidade do carro. Fomos infelizes nas neutralizações - deveríamos ter terminado entre os 5 primeiros. Este resultado mostra-nos o que temos que fazer em Petit Le Mans.” O DeltaWing estará ausente no CoTa, corrida que não fazia parte dos planos da equipa.

Por seu lado, a Wayne Taylor Racing tinha tudo menos razões para sorrir. Depois de se ver na frente da corrida, uma opção estratégica menos feliz acabou por ser secundária após o acidente com a direcção partida. Jordan Taylor referiu que “a corrida estava a correr muito bem. Penso que foi a primeira vez desde Daytona que tivemos um carro com velocidade para vencer. Conseguimos ultrapassar Memo Rojas no #01 num dos arranques e, logo a seguir, penso que tudo ficou contra nós em termos de estratégia. Com a neutralização seguinte a durar demasiado tempo, e com a maneira como a redistribuição dos carros é feita, ficamos apanhados no meio. Ainda estávamos em posição de lutar, em sexto, não muito para trás, com muita corrida pela frente. Mas depois algo partiu na direcção, durante a neutralização, e fomos contra o muro. Foi mesmo infeliz, especialmente porque tínhamos um carro rápido.”

Finalmente, as duas equipas P2 tiveram algumas esperanças mas a fraca potência e o desenrolar da corrida foram fatídicas para ambas as equipas. Para Ryan Dalziel no HPD #1 da ESM, “o meu turno foi bom e o de Scott foi excelente. Isto é frustrante. Sinto como se tivéssemos feito tudo perfeitamente desde as paragens nas boxes à estratégia. O nosso HPD era rápido mas os arranques mataram-nos. Não há mais nada que possamos fazer. Vamos para um lado, vamos para o outro lado e eles passam por nós na zona de travagem. Eu tinha o pé no pedal no fundo e os DP ultrapassavam-nos com facilidade. Eu gostaria de forçar mais mas o pedal de aceleração não vai mais.”

Já o francês Olivier Pla, a estrear-se em Road America no Morgan Nissan #42 da OAK Racing, frisou que “foi um fim-de-semana muito difícil. Fizemos o nosso melhor nos treinos cronometrados, mas é difícil contra os DP. Eles têm mais potência e cavalos. Nos arranques foi difícil mantermo-nos na frente dos DP quando tens um deles atrás de ti. Penso que podemos estar muito fortes nas últimas duas corridas. Vamos fazer o nosso melhor para continuar a lutar.”

© Risi Competisione

© Risi Competisione

GTLM: RISI COMPETIZIONE VOLTA ÀS VITÓRIAS UM ANO DEPOIS COM UM DESEMPENHO NOTÁVEL EM PISTA E NAS BOXES

A Risi Competizione voltou a mostrar a razão de ser o pupilo da Ferrari em terras do tio Sam. A equipa de Giuseppe Risi voltou a mostrar-se inteligente nas estratégias, e Giancarlo Fisichella e Pierre Kaffer mostram-se cada vez mais como uma dupla de peso.

À pole e ao pódio em Indianapolis seguiu-se um arranque em Road America de 9º. Mas foi logo na primeira neutralização da prova que Risi jogou as suas cartas. Trouxe o Ferrari 458 Italia #62 às boxes, na mesma altura dos dois Corvette C7.R, claramente desfalcados com as alterações do BoP pré-Indianapolis, o Porsche 911 GT3 RSR #912 e o BMW Z4 GTE #56 da BMW Team RLL que ficou danificado no acidente entre protótipos que causou a neutralização. Circulando fora dos cinco primeiros, durante a terceira neutralização todos os GTLM entraram nas boxes, mas quem saiu na frente foi.... o Ferrari da Risi Competizione. Mesmo com troca de pneus, combustível e troca de pilotos (Fisichella por Kaffer), o carro italiano saiu na frente do pelotão.

A partir desse momento, e com uma hora e meia de corrida a faltar, Kaffer não cedeu mais a liderança, enfrentando forte pressão de Dirk Müller no BMW #56, que era mais rápido nas curvas que o alemão da Ferrari. Nas voltas finais o alemão acabou por perder distância fruto da pressão que sentia de Jonathan Bomarito, que fez uma recuperação de trás para a frente no SRT Viper GTS-R #93 da SRT Motorsports beneficiando da penalização do Porsche 911 GT3 RSR #911, ficando apenas com o carro irmão de Michael Christensen à sua frente, ultrapassando o Porsche #912 antes da última neutralização. A partir daí e, nos últimos 10 minutos, apontou as armas ao BMW de Müller, mas este defendeu-se muito e cruzou a meta na frente por uns meros 0,075 segundos!

O italiano Fisichella da Risi Competizione sumarizou o fim-de-semana da seguinte maneira: “Nos treinos cronometrados não fomos muitos felizes e tivemos que arrancar de 9º. Durante a noite anterior à corrida alterámos o carro, e esperávamos ser mais rápidos e recuperar posições na corrida. Não esperávamos vencer!”. Giancarlo acrescentou que “tudo correu bem e todos fizeram um trabalho fantástico – eu e o Pierre, e especialmente os mecânicos nas boxes. Foi essa a chave da corrida. Entrámos nas boxes em 5º e saímos em 1º, e o Pierre conseguiu manter a posição até ao fim. Houve muitas neutralizações mas tudo correu bem.”

O segundo classificado John Edwards mostrou-se “aliviado por termos feito a pole já que não esperávamos ser tão competitivos com todas as rectas. Obviamente, jogámos bem a estratégia depois de um pequeno toque no início da corrida. Isso deu-nos um tempo de abastecimento mais curto na segunda paragem e empurrou-nos para a frente. Foi uma corrida curta para mim por isso foi principalmente o dia de Dirk depois de ter conduzido muito no fim para aguentar o Viper.”

Com o quarto pódio consecutivo, Bomarito e o companheiro Kuno Wittmer beneficiaram de mais uma prova tímida dos Corvette, diminuindo a desvantagem de Bomarito para Jan Magnussen e António Garcia no Corvette #3 da Corvette Racing para apenas 8 pontos, já que estes terminaram  apenas no 6º lugar depois de Magnussen ter ultrapassado Oliver Gavin no Corvette #4 nas voltas finais. Wittmer acredita que “possamos ter chegado a uma viragem no campeonato. Com o Corvette a terminar atrás de nós outra vez e fora do pódio é exactamente isso que necessitamos, e precisamos de continuar a pontuar no pódio e ser consistentes.”

Depois de Garcia ter feito a primeira paragem na primeira neutralização com a Risi, sofreram um furo e acabaram por perder uma volta, tal como o Corvette #4 que tinha sido penalizado por sair das boxes quando havia sinal vermelho. Os dois carros acabaram por recuperar a volta a meio da corrida mas o peso extra que levavam e a distância ditaram que não tivessem armas para lutar. Para Magnussen “foi uma corrida muito tumultuosa e louca. Tentámos arriscar cedo e fomos para as boxes. A segunda neutralização aconteceu pouco depois prejudicando as nossas chances, para além de algum detrito ter furado um dos nosso pneus. Marcámos o máximo número de pontos que pudemos, a nossa meta. Vamo-nos focar agora em Virginia e esperamos estar em melhor posição para lutar pela vitória ou o pódio.”

Em Prototype Challenge a Starworks Motorsport venceu pela segunda vez este ano num dia não para Jon Bennett e Colin Braun da CORE Autosport. Depois de terem sido tocados por um GTLM, Braun acabou por ser abalroado a meio da corrida e terminaram em 8º após um longo período nas boxes. Em GT Daytona, a Turner Motorsport, com Dane Cameron e Markus Palttala no BMW Z4, dominou do início ao fim depois de ter assumido a pole após a desistência da Aston Martin devido a um acidente na warm-up. Foi a terceira vitória da equipa em 2014.

USCC / Road America: Corrida

P.ºN.Cl.EquipaChassis / MotorVLTTimeP.º Cl.
1.º5PAction Express Racing [ João Barbosa ]Corvette DP61(2h46:52.622s)[ 1.º ]
2.º60PMichael Shank RacingRiley Ford61+2.240s[ 2.º ]
3.º1PExtreme Speed MotorsportsHPD ARX-03b61+2.650s[ 3.º ]
4.º90PSpirit Of DaytonaCorvette DP61+4.770s[ 4.º ]
5.º31PMarsh RacingCorvette DP61+12.540s[ 5.º ]
6.º8PCStarworks MotorsportORECA FLM0961+19.796s[ 1.º ]
7.º25PC8Star MotorsportsORECA FLM0961+20.211s[ 2.º ]
8.º0PDeltaWing Racing CarsDeltaWing DWC1361+23.838s[ 6.º ]
9.º01PChip Ganassi RacingRiley Ford61+24.441s[ 7.º ]
10.º2PExtreme Speed MotorsportsHPD ARX-03b61+24.746s[ 8.º ]
11.º85PCJDC/Miller MotorsportsORECA FLM0961+26.034s[ 3.º ]
12.º08PCRSR RacingORECA FLM0961+26.583s[ 4.º ]
13.º62GTLMRisi CompetizioneFerrari F458 Italia61+51.424s[ 1.º ]
14.º7PCStarworks MotorsportORECA FLM0961+51.905s[ 5.º ]
15.º56GTLMBMW Team RLLBMW Z4 GTE61+53.012s[ 2.º ]
16.º93GTLMSRT MotorsportsSRT Viper GTS-R61+53.087s[ 3.º ]
17.º38PCPerformance Tech MotorsportsORECA FLM0961+53.224s[ 6.º ]
18.º07PSpeedSourceMazda SKYACTIV-D61+53.894s[ 9.º ]
19.º91GTLMSRT MotorsportsSRT Viper GTS-R61+54.534s[ 4.º ]
20.º912GTLMPorsche North AmericaPorsche 911 RSR61+57.504s[ 5.º ]
21.º3GTLMCorvette RacingCorvette C7.R61+57.991s[ 6.º ]
22.º4GTLMCorvette RacingCorvette C7.R61+59.854s[ 7.º ]
23.º55GTLMBMW Team RLLBMW Z4 GTE61+1:00.369s[ 8.º ]
24.º17GTLMTeam Falken TirePorsche 911 RSR61+1:02.543s[ 9.º ]
25.º911GTLMPorsche North AmericaPorsche 911 RSR61+1:09.409s[ 10.º ]
26.º94GTDTurner MotorsportBMW Z459-2 voltas[ 1.º ]
27.º22GTDAlex Job RacingPorsche GT America59-2 voltas[ 2.º ]
28.º58GTDSnow RacingPorsche GT America59-2 voltas[ 3.º ]
29.º33GTDRiley MotorsportsSRT Viper GT3-R59-2 voltas[ 4.º ]
30.º555GTDAIM AutosportFerrari 458 Italia59-2 voltas[ 5.º ]
31.º23GTDTeam Seattle/Alex Job RacingPorsche GT America59-2 voltas[ 6.º ]
32.º45GTDFlying Lizard MotorsportsAudi R8 LMS59-2 voltas[ 7.º ]
33.º35GTDFlying Lizard MotorsportsAudi R8 LMS59-2 voltas[ 8.º ]
34.º46GTDFall-Line MotorsportsAudi R8 LMS59-2 voltas[ 9.º ]
35.º73GTDPark Place MotorsportsPorsche GT America59-2 voltas[ 10.º ]
36.º48GTDPaul Miller RacingAudi R8 LMS58-3 voltas[ 11.º ]
37.º81GTDGB AutosportPorsche GT America57-4 voltas[ 12.º ]
38.º52PCPR1/Mathiasen MotorsportsORECA FLM0955-6 voltas[ 7.º ]
39.º54PCCORE AutosportORECA FLM0953-8 voltas[ 8.º ]
40.º27GTDDempsey RacingPorsche GT America50-11 voltas[ 13º ]
41.º10PWayne Taylor RacingCorvette DP47-14 voltas[ 10.º ]
42.º42POAK RacingMorgan Nissan44-17 voltas[ 11.º ]
43.º44GTDMagnus RacingPorsche GT America44-17 voltas[ 14.º ]
44.º19GTDMuehlner Motorsports AmericaPorsche GT America43-18 voltas[ 15.º ]
45.º63GTDScuderia CorsaFerrari 458 Italia18-43 voltas[ 16.º ]
46.º18GTDMuehlner Motorsports AmericaPorsche GT America13-48 voltas[ 17.º ]
47.º78PStarworks MotorsportRiley Honda2-59 voltas[ 12.º ]
48.º09PCRSR RacingORECA FLM092-59 voltas[ 9.º ]
Não Alinharam
70PSpeedSourceMazda SKYACTIV-D
71GTDPark Place MotorsportsPorsche GT America
007GTDTRG-AMRAston Martin V12 Vantage
88PCBAR1 MotorsportsORECA FLM09

O United Sportscar Championship volta no final de Agosto para a prova de Virginia em que só estarão presentes os Prototype Challenge, GTLM e GT Daytona. Os Protótipos regressam em Setembro para a jornada dupla com o WEC, onde a OAK Racing deverá estrear um segundo P2, desta feita o novo Ligier JS P2 HPD. Já a Extreme Speed Motorsports participará apenas com o HPD #2, uma vez que o carro #1 participará com configuração ACO/FIA na prova do WEC, com vista a uma possível participação em 2015 - talvez em detrimento do mal amado USCC? A ver vamos em Setembro, no asfalto do Texas.

Fontes (declarações): Michael Shank Racing, Extreme Speed Motorsports, Wayne Taylor Racing, DeltaWing Racing Cars, Oak Racing, Risi Competizione, BMW Team RLL, SRT Motorsports e Corvette Racing